INETE · Mobilidade de alunos

Erasmus+ KA1

Um estágio noutro país, com apoio financeiro. Se ainda não te candidataste, começa pelo botão: quem pode ir, o que preparar, e o que acontece se fores selecionado.

Submeter candidatura ... Espera até o contador chegar a zero.
Candidaturas 16 nov a 16 dez 11.º e 12.º ano 11.º no verão 12.º entre abril e novembro

Perguntas frequentes

Se já estás no processo, ou queres perceber bolsa, datas e países, as respostas estão aqui. Em caso de dúvida, vale o que a coordenação comunicar.

Seleção e admissão

Q1 A lista de resultados é definitiva?

Não totalmente. O resultado de “admitido” significa que o INETE irá procurar estabelecer estágios para os alunos selecionados e que existem condições internas para os enviar, no entanto, em casos excecionais a mobilidade poderá não realizar-se. O INETE fará todos os esforços possíveis para garantir a mobilidade dos alunos.

  • Condição: o processo depende da existência de empresas que aceitem alunos em estágio.
  • Fatores de ajuste: orçamento, desistências e confirmação de vagas pelas entidades de acolhimento.
  • Confirmação final: destino e datas só ficam garantidos após validação formal da mobilidade.
Q2 Estou nos suplentes. Há hipótese real de ser selecionado?

Sim, existe essa possibilidade. A lista final de participantes evolui à medida que os estágios vão sendo fechados com as empresas.

  • Os contactos a suplentes são feitos por ordem de classificação.
  • Poderão ser chamados suplentes consoante desistências e gestão orçamental.
  • A integração depende sempre de viabilidade operacional e de acolhimento.
Q3 Estar mais acima na lista de admitidos dá alguma vantagem especial?

A principal vantagem de estar admitido é a garantia de participação no programa e o acesso ao respetivo financiamento. Quanto às regras, direitos e procedimentos, estes são exatamente iguais para todos os alunos admitidos, independentemente da posição na lista.

  • Prioridade operacional: a posição na lista determina a ordem pela qual o processo de cada aluno é tratado (contacto com empresas, envio de emails, preenchimento de vagas).
  • Mesmas regras para todos: a abordagem, os critérios e os direitos aplicam-se de forma igual a todos os admitidos.
  • Impacto prático: quem está mais acima tende a ter o seu estágio confirmado mais cedo, ocupando primeiro as vagas disponíveis.

Destino e colocação

Q4 Para que países podemos ir?

Para países da União Europeia elegíveis para mobilidades KA1 (short-term e long-term), desde que existam entidades disponíveis para receber alunos. Para comunicar preferências de destino (ou exceções), preenche o formulário de preferências Erasmus+ KA1.

  • Destinos mais comuns: Espanha e Itália.
  • Critério principal: existência de contactos e acordos de estágio viáveis.
Q5 Posso recusar ou pedir para mudar o local de estágio que me foi atribuído?

A atribuição de locais de estágio é um processo complexo que envolve negociação direta com empresas em vários países. Uma vez atribuído o teu local, a coordenação só procurará ativamente uma alternativa em dois cenários:

  • A empresa recusa receber-te: nesse caso, será procurada uma nova colocação sem qualquer penalização para ti.
  • Tu rejeitas o local (com justificação válida): passarás a último na lista de admitidos, e a realização do teu estágio ficará dependente de ser possível estabelecer uma nova parceria com outra empresa, o que não é garantido.

Recomendamos que reflitas bem antes de rejeitar uma colocação já confirmada.

Q6 O país que me foi atribuído não corresponde à minha preferência. E agora?

As preferências indicadas no formulário são tidas em conta, mas não constituem garantia de colocação nesse destino. A atribuição final depende de múltiplos fatores: disponibilidade de empresas, compatibilidade com o teu curso, número de vagas por país e equilíbrio logístico entre os grupos.

  • A preferência é um critério, não uma promessa: a coordenação procura respeitá-la sempre que possível, mas nem sempre é viável.
  • Recusar por este motivo: é tratado como uma rejeição do local atribuído (ver pergunta anterior), com as consequências associadas.

Datas, duração e organização

Q7 Quando começa e acaba a mobilidade?

Depende do ano. No 11.º, o estágio é no verão, em regra de julho a agosto. No 12.º, a saída fica entre abril e novembro.

  • 11.º ano: habitualmente julho e agosto.
  • 12.º ano: por volta de abril, se uma empresa acolher as 600 horas de FCT*. Se o estágio não for a FCT*, depois de acabar o 12.º, entre julho e novembro.
  • Validação individual: o calendário final depende da empresa e é confirmado caso a caso.
Q8 Qual é a duração dos estágios Erasmus+ (short-term e long-term)?

Existem dois formatos principais de mobilidade para alunos, com duração distinta e dias de viagem contabilizados em separado. Podes consultar as regras gerais no Programme Guide (KA1 VET: mobilidade de aprendentes e staff).

  • Short-term: 30 dias de estágio + 2 dias de viagem (disponível para 11.º e 12.º ano).
  • Long-term (ErasmusPro): 100 dias de estágio + 2 dias de viagem (apenas para 12.º ano).
  • Nota técnica: os dias de viagem não contam para a duração do estágio.
Q9 Quero entrar na universidade (12.º ano). Isso pode prejudicar o meu Erasmus?

Não no short-term, que cabe no verão. No long-term do 12.º, depende de quando sais. Se a mobilidade começar no verão, os 100 dias podem chegar a setembro e coincidir com o ingresso no ensino superior. A saída pode ser por volta de abril, quando o Erasmus conta como as 600 horas de FCT*, ou entre julho e novembro, quando o estágio é depois de acabar o 12.º.

  • Cenários possíveis: Dar preferência ao formato short-term ou, em última instância, optar por desistir da vaga.
  • Recomendação: comunicar esta situação com antecedência à coordenação para avaliar alternativas.
Q10 Posso ir com colegas para o Erasmus?

Sim, alunos do mesmo curso poderão ser colocados na mesma empresa e no mesmo local, quando tal for possível. Sempre que quiseres indicar colegas, preferências ou situações excecionais, utiliza o formulário de preferências.

  • Não é automático: depende dos acordos que forem possíveis com as entidades de acolhimento.
  • Critério institucional: a distribuição final procura equilibrar qualidade do estágio e viabilidade operacional.

Bolsa e financiamento

Q11 Quanto é que recebemos de apoio financeiro?

Os valores de referência podem variar consoante país de destino, duração da mobilidade e orçamento final aprovado. O enquadramento oficial das condições de financiamento está no Erasmus+ Programme Guide.

  • Short-term (30 dias, 11.º e 12.º ano): cerca de 2.500€ a 3.500€.
  • Long-term (12.º ano): cerca de 8.000€ a 9.000€.
  • Nota: estes montantes são indicativos e não dispensam confirmação oficial.
Q12 O que é que a bolsa Erasmus+ cobre exatamente?

A bolsa Erasmus+ é um apoio financeiro global para suportar a mobilidade e cobrir as principais despesas do período de estágio.

  • Deslocações: viagem de ida e volta e transporte associado ao trajeto principal.
  • Alojamento: custos de estadia durante o período de mobilidade.
  • Alimentação e vida local: despesas correntes do dia a dia no destino.
  • Custos complementares elegíveis: outros encargos previstos nas regras do projeto, quando aplicável.
  • Importante: trata-se de um montante global para apoiar toda a mobilidade, não de reembolso integral de cada despesa individual.
Q13 Quando e como é paga a bolsa ao aluno?

Nas mobilidades KA1 VET, o pagamento é normalmente feito em duas fases, de acordo com as obrigações contratuais do participante.

  • Primeira tranche (80%): transferida antes do início (ou no arranque) da mobilidade, após assinatura do contrato e validação da documentação exigida.
  • Segunda tranche (20%): paga após a conclusão da mobilidade, mediante entrega e validação dos documentos finais (incluindo relatório final) e cumprimento das obrigações do participante.
  • Nota: o pagamento final depende da verificação administrativa e financeira aplicável ao projeto.
Q14 As viagens estão cobertas? Quais os meios de transporte?

Sim. Parte do orçamento Erasmus+ é alocada às deslocações, de acordo com as regras aplicáveis. Se tiveres restrições pessoais ou logísticas de deslocação, comunica-as no formulário de preferências.

  • Espanha: por norma, de autocarro, à excepção das ilhas.
  • Restantes países: deslocação de avião.
  • Decisão final: definida pela coordenação, considerando segurança, calendário e eficiência orçamental.
Q15 O que acontece ao dinheiro da bolsa Erasmus que não gastarmos?

Regra geral, o valor não utilizado da bolsa permanece com o aluno, sem prejuízo de orientações formais específicas do projeto.

Viagem e situações pessoais

Q16 Alunos menores de idade viajam sozinhos?

Não. Os alunos menores de idade viajam acompanhados por um colaborador do INETE.

Q17 E se eu tiver férias marcadas ou outros compromissos?

Deves informar a coordenação Erasmus com a maior antecedência possível para análise da situação. Para centralizar preferências e exceções, utiliza o formulário de preferências e exceções.

  • Avaliação individual: será verificada a possibilidade de ajuste sem comprometer estágio e requisitos do projeto.
  • Sem garantia automática: eventuais alterações dependem da disponibilidade das entidades de acolhimento.
Q18 O Erasmus long-term pode contar para a FCT*?

Pode, mas só como possibilidade, e só no long-term do 12.º ano. Não está garantido. A escola tem de validar essas horas como estágio curricular. O short-term não substitui a FCT*.

Ligações úteis

* FCT significa Formação em Contexto de Trabalho: o estágio curricular do curso.